Fui trabalhar cedo, como sempre faço, sem imaginar que algo nesse dia iria transformar a minha vida. Sou diretora de uma escola particular bem conhecida, casada, com filhos e um marido que me ama. Chegando à escola, fui direto à diretoria, interfonei à secretaria pedindo que me levasse café, recados e falasse sobre a agenda do dia. Fui absorvida pelo trabalho e só me dei conta que já eram 12h15 ao escutar um leve toque à porta. Ao abri-la, deparei-me com Caio, um rapaz que há alguns meses não via - ele pertence a uma ONG e há muito vinha me assediando com telefonemas, e-mails e recados indecorosos, apesar de eu jamais ter dito ou feito algo para estimulá-lo; mas o mesmo estava obcecado pela minha pessoa. Caio é alto, beirando 1,90m, forte, com cabelos lisos e pretos caindo sobre a face, um riso confiante, com uma protuberante barriguinha de cerveja que não o deixa menos atraente apesar disto. Ao vê-lo assustei-me, porém mantive a polidez, convidando-o a adentrar a sala. Ele passou por mim e, ao fechar-se a porta por trás de nós, ele saltou como um lobo, me agarrando. Senti seus braços fortes e um grito me tapou a garganta - não podia chamar ninguém, já que era mais de meio-dia e todos haviam saído para almoçar e os alunos estavam deixando a escola. Empurrei-o para longe, escondendo mais uma vez o espanto com tal petulância e falei-lhe gelidamente que não repetisse tal gesto nunca mais, pois jamais dei-lhe liberdade para tal!
Mantendo a forma sisuda e buscando assunto, perguntei-lhe o motivo da visita, enquanto meu coração batia descompassadamente dentro do peito e, por sobre a blusa, meus seios pulsavam deixando transparecer a ansiedade. Ele olhou-me desavergonhadamente e falou: "Não consigo tirar você de minha cabeça, possuo todas as mulheres que desejo. Porém, até transando com minha noiva, você não deixa de passear em meu pensamento".

Meu queixo quase caiu - EU NUNCA DERA BOLA PARA ELE!. Logo eu, sempre fiel, habituada com o papai e mamãe rotineiro, com meu marido que não é muito de fazer sexo. Saí do meu devaneio sendo trazida de volta à realidade pelo choque que presenciei a seguir: ele estava me cutucando com os pés por baixo da mesa, subindo por entre minhas pernas. Dei um pulo para trás e me pus de pé. Caio, prontamente, ergue-se da cadeira e me fez olhar o volume que aumentava entre suas pernas aprisionado dentro das calças. Neste exato momento, a secretária adentra a sala sem bater. Ele senta rapidamente, tentando esconder aquele pacote indecente. Se a secretária nota algo não deixa transparecer nem verbaliza, deixa alguns documentos para assinar e avisa que só agora está indo almoçar. Em seguida, sai deixando-nos a sós novamente e deixando a mim com um nó de SOS preso na garganta; ia pedir para que ela permanecesse no recinto e, mais uma vez, minha voz se negou a deixar minha boca, ficando agarrada em meu pescoço que, neste momento, transpira mesmo na refrigeração do sistema de ar condicionado.

Assim que a secretária deixa a sala, ele levanta e permanece encostado à porta, assegurando-se para que ninguém entrasse. Fitou-me de alto a baixo, sentindo o cheiro de meu suor e visualizando o pulsar de meus seios. Ele fala bruscamente: "Vim essa hora crendo que iria encontrá-la só e essa mulher não bate a porta. Se fosse a minha secretária, ela já estaria na rua". E, sem me deixar responder, atacou com palavras fortes e mais suaves, quase ronronando, "Olha como você me deixa". O volume entre suas pernas aumentava, ele esfregava a mão por cima da calça com rapidez, libertando seu membro, deixando-o à mostra, expondo-o grosso como uma tora e duro como madeira. Ele suava como um atleta em exercício e alerta para adentrar em mim. "Vem cá", chama ele, "sentir o que eu tanto quero te dar". Eu abaixei a cabeça chocada e surpresa demais. Fechando meus olhos, desejei não estar ali. Ele, porém, gritou: "Olha para mim, mulher!"

Eu, petrificada, fixei meus olhos nos dele enquanto o mesmo efetuava movimentos de vai-e-vem em seu membro rijo, aprisionado e pulsando entre seus dedos. Ofegando, ele rosnou, falando: "Olha para mim! Vê o que eu quero te dar e daí gozou profusamente, molhando o chão da sala com seu gozo espesso e extenso. Peguei rapidamente algumas folhas de papel e joguei para que ele desse um jeito naquele molhado no chão e, se eu precisava sair dali, achei que aquele era o momento certo - ele gozara bastante, estava fraco, relaxado e satisfeito, ao menos momentaneamente. Daí levantei-me num pulo e corri até a maçaneta. Estando prestes a alcançá-la, ele enroscou-se ao meu corpo violentamente, pressionando novamente entre minhas pernas. Com uma mão, ele segurava a porta e, com a outra, ele rasgava minha calcinha, tapando minha boca com um beijo possessivo esfregando seu corpo de encontro ao meu, desejando apagar meus pudores e minhas reservas. Sem esperar qualquer reação minha, ele deixou minha boca e expulsou meu seio da blusa, sugando-o com sofreguidão. Usava uma das mãos vasculhando meu ser, abrindo caminho com seus dedos por trás e pela frente de meu corpo, beijando-me vorazmente.

Caio deixou meus seios livres de sua boca e passeou pelo meu corpo com sua língua desenhando, cheirando e chupando meu ventre e me deixando com as pernas bambas, me virando pelo avesso. Foi quando, com uma rapidez felina, ele cola seu corpo ao meu, nos fazendo um só, penetrando e forçando-se dentro de mim em um vai-e-vem sôfrego; eu já não sou mais dona de mim. Ele, então, me pôs de quatro e me penetra, mordendo minha nuca, dando tapinhas em minha bunda desnuda. Assim explodimos juntos em um gozo fantástico ali de quatro, naquele ambiente educacional. Falo sem muita convicção "Fora daqui!". Sem mais palavras, levanto, recomponho-me rapidamente, abro a porta e saio, fugida para o corredor. Lá permaneço trêmula, paralisada e estupefata. Sem pressa, percebi surpresa: eu gostei, eu gozei e, nesse dia, minha vida mudou, tomou novos rumos e me transformou em outra mulher.