The Doctor (O doutor) … Aguardava minha vez na médica para fazer exames de rotina, importo-me em manter-me saudável, sabe.
Quando, ao levantar os olhos, deparo com seu olhar, aqueles olhos cândidos de um azul infinito como o céu estrelado, mergulho neles enquanto você se aproxima e, pasmem! Passa por mim!
Foi tesão a primeira vista. Você vestia um jaleco que ia até o joelho, usava óculos e trajava calças e sapatos branco, carregava uma maleta de médico e tinha um crachá com seu nome: Dr. Ítalo. Eu quis logo mudar de médico e comecei a ter pensamentos fantasiosos e ideias libidinosas.
Soube que você era endocrinologista e comecei a arquitetar um plano para entrar em seu consultório. Fui à uma bomboniere no mesmo andar e comprei vários chocolates e bombons de menta.
Uma ideia me veio à mente e entrei sorrateiramente no setor de enfermagem para pegar emprestado uma bata branca que combinava com minha saia curtíssima, também branca, que contrastava com o meu bronzeado. Eu, que estava em plena forma em meu 1.70m de altura com 59kg bem distribuídos em pernas atléticas, bumbum empinado e seios turbinados, vesti a bata, peguei as guloseimas e aguardei impacientemente a saída de sua paciente.
Assim que a porta abriu e ela saiu, eu entrei de costas carregando a bandeja coberta e esperava que você não notasse a diferença entre mim e sua assistente.
Tranquei a porta apaguei a luz, você olhou surpreso e boquiaberto quando eu levei o dedo aos lábios pedindo que calasse. Depositei a bandeja com doces na mesa e falei que estava acima do peso. Sem deixá-lo falar, sentei em sua mesa cruzando as pernas – deixando antever minha calcinha cor-de-rosa combinando com a cor de meu batom –, abri rapidamente um dos chocolates e enfiei-lhe boca adentro, enquanto jogava meu corpo de encontro ao seu.
Abri sua camisa e mergulhei no mar de sedução abrindo meus braços e envolvendo seu tórax enquanto minha mãos desenrolavam os bombons de menta entre beijos e bombons. Desci até seu ventre abri o zíper enquanto ele estava hipnotizado ou horrorizado, não sei. Talvez apreciava a minha boca que brincava com seu sexo refrescada com o ardor mentolado. Ouvi um suspiro forte e achei que o tivesse levado ao êxtase quando agilmente ele me segura e joga-me de costas na mesa, ergue-se ao passo que levanta minha saia, põe de lado minha calcinha e penetra-me com seu membro duro e quente. O doutor puxou meus cabelos para trás, alcançando minha boca. Beijou sugou meu ser para si enquanto cavalgava em mim com um ritmo animal, nossos corpos suados mexendo-se vigorosamente naquele consultório imaculadamente branco quando de repente batem na porta.
Ele pede que eu cale tapando minha boca com sua mão enorme, fazendo ''sshh'' ao meu ouvido, e, sem deixar o ritmo de suas estocadas, prossegue me fodendo. Ouvimos passos se afastando, bom sinal, de repente ouço ecoar de sinos e meus músculos vaginais começam a contrair-se e mordem seu pênis molhado, aí gozamos juntos e meu grito de prazer vai para dentro de sua boca aberta de desejo e desabamos unidos na mesa. Suas pernas tremem, meu sorriso afrouxa e eu me apresento "Olá, sou Lena, sua futura paciente''
Abaixo a saia, ajeito a calcinha, beijo-lhe a ponta do nariz e saio.