Era sexta-feira e eu não queria ficar em casa. Liguei para uma amiga e fomos jantar. Após comermos decidimos ir a balada. Chegando lá já passava da meia noite e o local estava lotado, conseguimos no espremer no balcão e topamos de frente com um bando de homens em uma mesa: um gordão e bigodudo, outro alto e magro com braços compridos e rosto com barba a fazer,outro com aquele aspecto desleixado, outro atarracado com uma camisa amarrotada, Ufa! E outro baixinho com a cara de safado e olhar penetrante. Pensei onde fomos parar!

Logo que nos viu o baixinho chegou ao bar para pedir um drink nos encarou oferecendo-nos um lugar a mesa, bom com o sapato apertado e um calo que aumentava e os dedos que queriam pular fora de meus salto 15 cm sem prensar duas vezes lá fomos nós. Ao sentar um deles começou a soltar gracinhas com relação a minha amiga muito mais alta que eu que já não gostei da atitude do fulano e como ela, minha amiga, é muito educada não falou nada, o outro me cutucou por baixo da mesa com seu sapato, já ia me levantando para ir embora quando o baixinho me pegou pela mão e convidou-me a dançar, fui simplesmente para não ser grosseira. Ao chegar no salão ele enlaçou minha cintura com toda a propriedade e pude perceber o quanto ele era pequeno, sua cabeça pairava entre meus seios e seu rosto ficava afundado entre o espaço de um e outro, achei engraçado pois sempre fora muito criteriosa com relação a estatura masculina, sou alta e forte, quase musculosa, costumo pegar peso diariamente e pratico artes marciais. Nunca sequer olhei um homem mais baixo que eu, preconceito sei lá, só sei que algo começou a me atrair naquele homem, Romero era seu nome.

Ao termino da música decidi ir embora não poderia deixar minha amiga naquela saia justa com aqueles chatos enquanto eu me divertia. Chegando a mesa agradeci a “cordialidade” dos rapazes e quando nos retirávamos o baixinho Ops! O Romero pediu meu telefone, falei rápido meu numero convencional , crente que ele não gravaria e fomos embora. O final de semana passou num piscar de olhos e na segunda-feira logo cedo, após malhar, e ainda no banho o telefone toca ainda molhada e enrolada na toalha fui atender e qual é minha surpresa ao escutar a voz de Romero dizendo que estava lá embaixo com o nosso café da manhã, quanta prepotência hem !? Engasguei pois havia dado apenas o numero do telefone como ele encontrara o endereço?! Dedução obvia ele se empenhara e achara, já comecei a admira-lo. Pedi um minuto e abri a porta ainda sem roupa agora envolta em um robe em seda branco. Romero sem hesitar adentrou a sala, deu bom dia e como na dança de sexta-feira enlaçou-me a cintura e pressionou seu rosto entre meus seios. Senti um súbito calor surgir do meu ventre, ao contato do seu lábio em meu colo e pude sentir mais detalhadamente seu membro roçando em minha coxa, isto seria ridículo se não fosse extremamente gostoso, eu estava com tesão naquele homem desconhecido, sem meias palavras ele pôs de lado a cesta de café matinal que trouxera e sem deixar de me tocar usou a outra mão para expor meus seios sugou um deles e mamou delicadamente, desfez o laço do tecido que me envolvia o corpo e passeou com as mãos pelo meu corpo ainda molhado do banho, Romero percorreu seus dedos entre minhas pernas já umedecidas e molhadinha de tesão. Aí eu já estava de olhos fechados estática e apenas recebendo as caricias, Romero segurou minha face e puxou para baixo de encontro a sua boca me tratando com delicadeza porém firme ele me fez deitar no chão da sala,quando dei por mim estava com-ple-ta-men-te nua e ele também, aquele homem beijava meus pés e subia lambendo minha perna e coxa abrindo-me toda percorrendo com a língua os meus caminhos mais secretos, me deixando tremula com o suco do prazer brotando em minha flor,ele deliciava-se sugando e sentindo o odor de fêmea exalar preenchendo toda a sala detalhe porta de entrada continuava aberta, eu deitada langüidamente e ele nu em cima de mim. Ele rumou com sua boca para meus pelos pubianos penteando e despenteando-os com lambidas, mordiscou minha barriga enquanto apalpava meu ventre e amolegava meus grandes seios com suas mãos ágeis ele me explorava toda e esfregando seu tórax no meu, como num passe de mágica ele pressionou meu chakra sexual e com a outra puxou minha face de encontro a sua para que eu sentisse em sua boca o cheiro do meu sexo, sem deixar um segundo sequer de desgrudar de mim ele me fez sentir seu membro rijo, grande e vigoroso tornar a roçar em minha coxa buscando a entrada do meu sexo com um imã ele encaixou-se em mim e num vai e vem delicioso proporcionou um roçar em meu botão de prazer num sobe e desce saboroso senti seu penis pulsar enquanto eu rebolava com ele todo dentro de mim, em um frenesi gostoso, gritamos juntos palavras obscena até atingirmos um gozo celestial e pude constatar ao pé da letra que tamanho não é documento.