E, como em um passe de mágica, ele alisou minhas costas e seguiu até embaixo. Percorrendo minha silhueta, indo ao meu púbis e bumbum com seus dedos. Suas mãos deslizaram embaixo de minha calcinha preta de renda. Delicadamente, abri meu ser e minhas pernas para ele. Já não sabia o que realmente queria comigo, porém eu desejava intensamente tê-lo naquele momento mágico e pedia surdamente que ele não parasse aquele movimento circular que surgia do seu quadril esfregando em meu bumbum, enquanto explorava meu corpo com aqueles braços de polvo, com tantas mãos que não paravam de me bolinar, alternando seio, ventre, pescoço, tocando entre minhas pernas que se abriam como flor para que fosse tocada por uma abelha em busca do mel.

Ele, então, me pegou no colo e me levou até sua grande mesa de reuniões e inclinou-se para me deitar ali. Puxei-o pela camisa, encostando meu busto ao seu corpo másculo, arrancando-lhe a camisa de dentro das calças gananciosamente e arranhando-lhe as costas enquanto mordiscava seu peito peludo e aquela barriga magnífica.
Ele riu desavergonhadamente do meu súbito descaramento e beijou-me o rosto, a face, o pescoço, descendo para meus seios. Sem me dar tempo de respirar, ele subiu na mesa e colou seu corpo por sobre o meu enquanto se desvencilhava da calça e me deixava apalpá-lo, deixando-me ver pronto para se fazer entrar em mim.

Permaneci alisando-o e sentindo o cheiro de macho que exalava do seu corpo, enquanto ele tateava o meu e cada pedaço de mim com o seu potente corpo. Ansiava por ele. Eu estava atormentada por sentimentos contraditórios, pois havia sido rejeitada uma vez e não sabia mais nada. Queria apenas me oferecer novamente, e deixei rolar. Puxei-o para mim e, tocando seu membro, coloquei-o de encontro ao meu cálice desejoso e quente esperando que fosse derramado o vinho do gozo dentro de mim. Chegamos ao êxtase juntos, como uma explosão de milhões de estrelas espocando dentro de nós. Entrelaçados como um só, pulsamos juntos, incendiando tudo por perto.
Um raio de prazer explodiu em nossos corpos suados. Depois que nos amamos, ele ficou por muito tempo deitado, aconchegado a mim, protegendo minha intimidade com as mãos como se colhendo um rosa no jardim. Eu estava desconcertada e com pudores depois de toda essa loucura.

Ele virou-se murmurando e falou:

- É TUDO...

Pensei de imediato que ele estava me dispensando e já me preparei para pular da mesa de trabalho - agora de prazer - e fugir dali, roxa de vergonha. Ele, como se pressentisse, segurou meus braços firme, porém delicadamente olhou-me com os olhos lânguidos de macho satisfeito e, após um momento, complementou a frase:

- É TUDO... O QUE EU SEMPRE PENSEI QUE FOSSE. EU AMO VOCÊ!

AHH! Meu corpo pulsava de alegria. Era tudo um delírio de emoção. Desta vez, as lágrimas que rolaram em minha face foram de felicidades. Penetrei no coração de meu homem, a apreensão saiu de mim e fugiu para o espaço,
e eu me permiti examinar aquele olhar másculo, aquele riso carinhoso, aqueles braços de rocha, as pernas de
ferro, quadris de aço e membro rijo, rijo novamente de desejo por mim. Dessa vez, não protelei e fui para cima amar esse homem e começar, desta vez para sempre, enquanto durar o amor que eu e ele temos para nos dar.


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